terça-feira, 21 de maio de 2013
O Valor das Ideias
terça-feira, 30 de abril de 2013
Espaço Literário Nelly Rocha Galassi
13/03/2013
correr livremente pela areia da praia, com as águas do mar tocando meus pés...
e mar..., praia lembram água de coco
queria também tomar uma água de coco bem geladinha e doce...
não queria preocupações
acho que não queria nem parar para pensar no que aconteceria com tantas e tantas pessoas que conheço e amo
isso não mudaria nada
queria rir, brincar, amar as pessoas que estão ao meu lado...
se o mundo fosse acabar hoje
queria simplesmente a sensação de contentamento e felicidade.
03/2013
sexta-feira, 30 de novembro de 2012
Fomos presenteados...
Foram nove coreografias envolvendo 120 alunos, trabalho desenvolvido através da musicalidade. Os ritmos e as músicas para a apresentação foram escolhidos pelas crianças e os professores desenvolveram as danças. Trabalhar com música é uma excelente escolha, uma vez que muitas pessoas gostam de música e dependendo do ritmo deixa o ambiente mais alegre, festivo e foi o que aconteceu.
Todos estavam bem vestidos, pensaram nos detalhes das cores das roupas, os passos bem ensaiados, o sorriso no rosto dos professores e demais profissionais. Alguns alunos demonstravam espanto, talvez pela quantidade de pessoas que os assistiam, outros não se continham de alegria, batiam palmas e acenavam o tempo todo para a plateia.
Foi realmente um espetáculo. A entidade está de parabéns, todos que de alguma forma contribuíram para a realização deste evento. Fez bem não só para os olhos, mas para o espírito de todos que ali estavam, sejam os que são atendidos na Casa, os que trabalham na Apae, os pais e parentes e mesmos os que foram apenas para prestigiar o evento.
Creio que todos saímos do local mais leves, com a sensação de que fomos presenteados...
quinta-feira, 21 de junho de 2012
Sobre a política
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
O trabalho é ainda maior...
Eu mesma só tive contato com eles por duas vezes, em um longo período, talvez um pouco mais de um ano. A primeira vez fui homenageada como escritora. Confesso que fiquei muito emocionada, estava sendo reconhecida por um grupo de pessoas da minha cidade, na presença do meu filho e amigos. Como disse, na oportunidade, estava vendo a sementinha que plantei há tempos dando frutos.
A segunda vez que nos encontramos foi no mês passado. Pedi para um dos membros para participar da reunião mensal da entidade. O motivo é que tenho ainda dois outros projetos de livros, ambos começados, aliás, um deles praticamente na conclusão. Porém, por uma série de fatores, estão parados e eu fui em busca de incentivo, de apoio moral mesmo, para retomá-los. Nada como estar no meio, para nos envolver mais.
Foi um encontro bastante produtivo. Discutiram um concurso de fotografia que está na fase final e que envolveu estudantes e adultos. Decidiram ainda a organização de outro evento para homenagear mais escritores novaodessenses. Nesta data haverá uma palestra com o consultor e escritor Zanco e ainda orientações sobre publicações em pequenas quantidades. Isso porque não há nada mais frustrante que você produzir, elaborar um livro e este não sair do seu rascunho, ou do seu computador. Escrevemos não somente para expor nossas idéias, o que há no nosso íntimo, expressar o que pensamos sobre este ou aquele assunto. Não, escrevemos por tudo isso sim, porém para que as outras pessoas tenham acesso a tudo isso.
E mais, na mesma reunião trataram também de reforçar as datas do projeto “Leitura na Praça”, que ocorre duas vezes por mês, sendo que no segundo sábado é na Praça do Jardim Santa Rita e no quarto sábado na Praça Central José Gazzetta. A associação tem dezenas de livros e empresta a quem tiver interesse, sem nenhum controle, sem nenhum registro, apenas na confiança de que as obras vão e voltam para que outros tenham acesso.
Com tudo isso, pude ver que o trabalho é ainda maior. Parabéns a todos que se envolvem com a Seno, que esta entidade possa crescer mais e mais e atinja muitas outras pessoas.
quinta-feira, 29 de abril de 2010
Afetividade
Os trabalhos tiveram início com cada um dos participantes enchendo uma bexiga, imaginado que aquele era o seu amor. E todos deveriam cuidar daquele objeto, como se fosse a pessoa mais querida de sua vida. Engraçado como muitas vezes não damos importância ou descuidamos dos nossos amores. E na brincadeira, a psicóloga mostrava isso de tempos em tempos “olha, cuidado..., onde está o seu amor?”, questionava. “Está embaixo do braço, embaixo do banco, dentro da sacola?”, continuavam os questionamentos. Embora muitos rissem, essa pequena atividade serviu sim para pensarmos como estamos tratando as pessoas queridas.
Na parte da dinâmica veio ainda um puxão de orelhas maior. Tínhamos, em mãos, sete pequenos pedaços de papéis e uma caneta. Deveríamos numerá-los e escrever em cada um o que mais ocupava nosso tempo, no dia-a-dia, com o que era nossa maior dedicação. As “ditas” prioridades. E dando sequencia à dinâmica ela pediu para que imaginássemos uma situação, a qual o local em que morávamos tinha sido totalmente destruído e tínhamos que nos mudar e assim abrir mão da sétima e depois da sexta e da quinta prioridade.
Os participantes reclamavam a cada exclusão. Embora fosse uma simples brincadeira, sentíamos a dor da perda. Alguns de nós, eu, por exemplo, tinha no item cinco o social com a família e amigos. E ai começamos a mentalizar se tivéssemos que abrir mão de mais e mais coisas que julgamos ser prioridade na nossa vida. Percebi que o trabalho estava em primeiro lugar, os cuidados com a casa
E ainda na brincadeira pudemos mudar a ordem das coisas como gostaríamos que fosse e então o filho, o marido, a esposa, os amigos, os prazeres foram para o topo da lista. Confesso que ao escrever isso ainda fico emocionada. O que fazemos da nossa vida? O que é prioridade para nós? Como estamos tratando as pessoas que nos amam, que nós amamos e que nos cercam? A gente se esquece como o tempo passa rápido e como tudo fica para traz. E o que podemos carregar, manter dentro de nós, é a educação, a cultura, o aprendizado, as emoções, os amores...
Mas a dinâmica nos mostrou ainda que em qualquer momento da vida temos oportunidades de mudanças. Não significa que será feito da noite para o dia, mas podemos nos esforçar e valorizar o que realmente tem valor na vida, as pessoas e os relacionamentos.
Outro ponto relevante é que devemos estar em primeiro lugar nesta lista de prioridades e assim fazer as coisas para nós mesmos com muito prazer, nos presenteando com o que há de melhor. Sim, ela reforçou isso. Muitas pessoas colocam gasolina “maxi”, aditivada, a melhor peça e outras coisas no seu carro, levam o melhor para a casa, para um filho ou cônjuge. E para nós? O que temos feito por nós mesmos? Temos nos presenteado? Mesmo que com pequenos momentos de prazer, como ela mesma citou, ir a uma sorveteria e parar por um tempo para saborear um gostoso sorvete. Ou mesmo deixar a TV de lado e curtir um pouquinho uma noite enluarada com seu parceiro?
